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Category: Institucional

InformativoInstitucional

Como a telemedicina pode ajudar em diagnósticos de Epilepsia?

Saiba como o Tele-EEG, serviço de telediagnóstico de problemas neurológicos fornecido pela L2D, pode ajudar no diagnóstico de Epilepsia.

O Eletroencefalograma é fundamental para o diagnóstico das epilepsias e de outras doenças neurológicas e neurocirúrgicas. A realização do exame depende de aquisição dos sinais elétricos cerebrais realizado em ambiente ambulatorial ou hospitalar.

Por causa da complexidade e variáveis envolvidas no exame, seu laudo deve ser realizado exclusivamente por um especialista em neurofisiologia clínica. Este profissional deve ser graduado em medicina, ter residência médica de 3 anos em neurologia e ter sido aprovado em prova de título de especialista em neurologia para poder atuar no atendimento da população com excelência.

Atualmente, muitos estados brasileiros contam com pouquíssimos especialistas em eletroencefalografia. Essas exigências são fundamentais para garantir um laudo de qualidade em uma área de atuação bastante complexa, porém isso acaba dificultando a disponibilidade do exame para pacientes da rede SUS em muitas regiões do país.

Tele-EEG

O Tele-eletroencefalograma ou Tele-EEG é mais um serviço de telediagnóstico de problemas neurológicos em que um profissional treinado pela L2D pode realizar o exame em qualquer lugar do país e, por intermédio da internet, enviar o exame e receber o traçado com laudo diagnóstico feito por um médico neurologista especialista em EEG em até 48 horas.

Nossa tecnologia possibilita que, mesmo em estados onde há poucos ou nenhum especialista em neurofisiologia clínica, a população tenha um laudo exato e de qualidade com custos acessíveis.

Utilizamos equipamento amplamente testado e de fácil manuseio, o que permite a correta realização do exame com rapidez e praticidade, seguindo os padrões de excelência exigidos pelas entidades médicas responsáveis.

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l2d 26 de março de 2021 0 Comentários
InformativoInstitucional

A telemedicina pode auxiliar no tratamento da tuberculose

Um estudo britânico mostra que o paciente adere melhor ao tratamento quando há o acompanhamento médico remoto.

No mundo todo, a tuberculose atinge cerca de 10 milhões de pessoas e mata mais de um milhão por ano.

Dado que a eficácia do seu tratamento está diretamente relacionada à continuidade do tratamento, sem interrupção, cientistas britânicos encontraram uma ferramenta tecnológica que servirá de aliada ao acompanhamento do paciente — a telemedicina. O estudo provou que esse método ajudaria o paciente tuberculoso a não desistir do tratamento.

Como a pesquisa foi realizada?

A Universidade de Londres, Inglaterra, acompanhou 226 pacientes maiores de 16 anos, entre setembro de 2014 e outubro de 2016. Do total, 131 sofriam com histórico de situação de rua, alcoolismo, uso de drogas e problemas mentais.

Os pacientes foram divididos em 2 grupos: um com 114 participantes, que contavam com um enfermeiro presencialmente orientando, fazendo a aplicação de medicamento e avaliando as reações, de 3 a 5 vezes por semana; e outro com 112 participantes, que gravavam vídeos pelo celular a cada vez que tomavam a medicação, fazendo observações pessoais sobre os efeitos colaterais apresentados, e enviavam aos especialistas.

Todos os voluntários tinham acesso a um smartphone com internet e pelo menos 2 meses restantes em seu regime de tratamento, sendo esse o período estabelecido para o desfecho do estudo.

Resultados

Após análise, verificou-se que, dos pacientes que utilizavam o recurso de telemedicina, 70% completou o tratamento adequadamente, enquanto apenas 31% dos pacientes atendidos pessoalmente seguiram as regras do regime terapêutico até o fim.

Os cientistas também constataram que a média de tempo gasto pela equipe com deslocamento e visitas era significativamente maior do que o tempo gasto nas análises dos vídeos enviados. Igualmente, o tempo de ida até às clínicas gasto pelos indivíduos com tuberculose, comparado ao de fazer a gravação, era superior.

Além disso, enquanto a assistência presencial realizada por 6 meses custaria cerca 5700 euros por paciente (com 5 visitas na semana), o acompanhamento através de vídeos, durante o mesmo período, custaria 1645 euros.

Apesar dos benefícios apresentados, o estudo apresenta algumas limitações, segundo os autores. Por exemplo, alguns dos arquivos digitais enviados pelos pacientes estavam corrompidos, tornando inconclusiva a avaliação dos mesmos. Além disso, o tempo e os valores calculados podem variar de acordo com a região.

Conclusão

Devido aos resultados positivos, essa modalidade da telemedicina foi adotada em Londres pelo Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, para o acompanhamento de pacientes tuberculosos, incluindo até mesmo crianças menores de 12 anos.

Os cientistas acreditam que recursos tecnológicos assim contribuirão para a eliminação da tuberculose.

A telemedicina está cada dia mais presente no sistema de saúde, não para substituir o atendimento convencional e sim para complementá-lo.

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l2d 24 de março de 2021 0 Comentários
Institucional

Como a L2D usa sua tecnologia contra a COVID-19?

A junção da alta tecnologia e expertise da L2D tem contribuído para um melhor direcionamento de casos suspeitos de covid-19. Através de sua plataforma digital é possível integrar o monitoramento de risco remoto, teleconsultas e cuidado domiciliar, tudo isso para evitar o contágio pelo coronavírus e permitir que as unidades hospitalares tenham como foco o atendimento a pacientes em estado grave.

A L2D conecta unidades de saúde às equipes de infectologistas e pneumologistas para suporte clínico via teleconsultoria e por meio dos sistemas de teletriagem e telemonitoramento.

Teletriagem

A teletriagem da L2D contribui para que a população suspeita de COVID-19 tenha um atendimento pré-clínico remoto, através da Triagem Digital via plataforma web.

Com ela é possível realizar um processo de avaliação de sintomas feitos à distância, atendimento virtual de pacientes com dúvidas sobre sintomas, formas de agir e, sobretudo, selecionar os casos graves para encaminhamentos às unidades de saúde.

Sua aplicabilidade favorece o isolamento domiciliar da população potencialmente contaminada ou do grupo de risco (que não possua sinais de gravidade) e de evitar ao máximo o colapso dos serviços presenciais de saúde.

Telemonitoramento

O telemonitoramento da L2d funciona a partir da transferência de dados preenchidos pelo usuário no primeiro nível de atendimento e com base no score do usuário obtido por parte do sistema de teletriagem.

A partir dessa análise é feito o telemonitoramento via central de atendimento telefônico, por profissionais altamente qualificados e aptos no atendimento de casos suspeitos de Covid-19.

Com isso é possível a manutenção e estabilidade da saúde do paciente e, em caso de piora do quadro, o médico pode tomar as medidas cabíveis com mais agilidade.

Sem sombra de dúvidas, a tecnologia da L2D pode ser uma grande aliada e auxiliar a assistência à saúde, permitindo a monitorização à distância por equipes multidisciplinares, tanto no acompanhamento de pacientes quanto na triagem de novos casos.

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l2d 16 de março de 2021 0 Comentários
Institucional

Telemedicina: o novo normal

As teleconsultas se tornaram uma realidade no Brasil, com o potencial de superar distâncias, oferecer cuidados na saúde e reduzir custos e tempo.  “Pacientes que antes esperavam um ano por uma consulta são atendidos em uma semana pela teleconsulta”, comenta Luiz Donke, CEO da L2D Telemedicina.

No início da pandemia, o crescimento em telemedicina disparou, principalmente para empresas que usam a tecnologia na saúde. Segundo Donke, no período de abril a novembro, foram registrados 30.000 teleatendimentos a mais que na fase pré-COVID-19.

Por enquanto, a telemedicina foi aprovada apenas em caráter excepcional e provisório pelo Ministério da Saúde, por causa da pandemia. Enquanto isso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) não definiu ainda se ela irá se consolidar permanentemente no Brasil.

Antes mesmo de serem registrados os primeiros casos do novo coronavírus no país, em fevereiro de 2020, a Associação Paulista de Medicina (APM) fez uma pesquisa com 2.258 médicos de 55 especialidades. Entre os pesquisados, 88% utilizaram ou consideraram o uso da telemedicina como ferramenta para ampliar o atendimento da clínica ou hospital.

A pesquisa demonstrou ainda que 64% dos médicos ouvidos esperavam que o CFM regulamentasse a teleconsulta; para 44% da amostra, a falta de regulamentação era o impeditivo no uso de ferramentas de comunicação online na assistência aos pacientes.

No segundo semestre de 2020,  a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), realizou uma outra pesquisa com dirigentes de 59 hospitais associados. O estudo revelou que 55,6% dos participantes acreditavam haver um impacto no aumento de ferramentas de tecnologia, em especial: análises, inteligência artificial e registros médicos eletrônicos.

O TeleSUS, um serviço do SUS, criado especialmente para avaliação de sintomas da COVID-19 entre abril e junho de 2020, contou com mais 1,8 milhão de pessoas utilizando esta tecnologia e o atendimento online. Analisando todo este contexto, pode-se dizer que o ano de 2020 foi histórico para a telemedicina. Donke afirma que a pandemia antecipou resultados de velhas discussões, fazendo com que o futuro do atendimento médico já tenha chegado e tende só a se desenvolver ainda mais.

Sobre a L2D Saúde Digital

Fundada em setembro de 2016, a L2D Saúde Digital nasceu com foco em levar soluções de telemedicina e saúde digital personalizadas para o mercado público e privado. Está presente em 80 municípios do país. Tem como clientes clínicas, hospitais, ambulatórios, planos de saúde, serviços de medicina ocupacional e secretarias de saúde.

Com sede em Balneário Camboriú (SC) e filial em São Paulo, a L2D oferece e desenvolve projetos de saúde digital, com soluções para teleconsultoria, teleconsulta, telediagnóstico, desenvolvimento de aplicativos personalizados, prontuário individualizado, triagem digital, sistemas, criação de ambulatórios digitais, entre outras.

Fonte: Saúde Business; Folha de Jandira e Região

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l2d 22 de janeiro de 2021 0 Comentários
InstitucionalNotícias

Cidades de Goiás usam tecnologia da L2D contra a COVID-19

As cidades de Formosa, Luziânia e Trindade, em Goiás, se tornaram exemplos de como a tecnologia é uma aliada no combate à COVID-19. Os municípios hoje concentram menos de 4% dos casos da doença em Goiás, mesmo tendo o equivalente a 1% da população do estado.

Os três municípios participam do projeto “A gente se importa”, desenvolvido pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED) e L2D – Saúde Digital. A iniciativa integra monitoramento de risco remoto, teleconsultas e cuidado domiciliar, tudo isso para evitar o contágio pelo coronavírus e permitir que os hospitais e UPAs tenham como foco o atendimento a pacientes em estado grave.

A plataforma digital da L2D Telemedicine Network identifica na hora, por meio de perguntas, qual o nível de risco do paciente: leve, moderado, alto e crítico. O próprio paciente entra no site www.l2d-covid.com.br/Luziania e responde periodicamente às questões. A avaliação de risco é feita automaticamente, a partir dos mais recentes protocolos de triagem da doença.

Após fazer essa autoavaliação, profissionais de saúde entram em contato por telefone com pacientes de risco alto e crítico que sejam residentes nos municípios. Dependendo do risco, um enfermeiro é direcionado à residência do contaminado em até 24 horas, além de mapear e monitorar parentes e pessoas próximas para orientação de riscos e de práticas para evitar o contágio.

A tecnologia faz o cruzamento de dados em tempo real, sendo assim, qualquer pessoa pode descobrir o grau de risco com o resultado na hora e, se o estado for crítico, a orientação é procurar o hospital imediatamente.

“Ainda vivemos num momento muito delicado para o mundo. A tecnologia e a ciência salvaram e salvarão muitas vidas, e o sentimento de que a união dessas forças nos deu melhor qualidade de vida é irreversível. Imaginar um diagnóstico médico e monitoramento de uma doença sem sair de casa é uma evolução muito recente e beneficia a todos”, afirma Luiz Donke, CEO da L2D.

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l2d 5 de novembro de 2020 0 Comentários
InstitucionalNotícias

Hospital Regional de Luziânia inaugura serviço inédito de triagem

IMED usa telemedicina para monitorar risco e atender população de Luziânia

Os hospitais de referência não devem ser os primeiros procurados para o atendimento de sintomas leves da Covid-19, mas para leigos, às vezes, é difícil mensurar a condição de saúde e entender quando procurar ajuda. Por isso o Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento – IMED, que administra o Hospital Regional de Luziânia (HRL), numa parceria com o Governo de Goiás, desenvolveu um sistema remoto para mapear os grupos de risco e ajudar quem está em casa a saber quando procurar um médico. Nas cidades onde o IMED administra hospitais de campanha, com atendimento especial a pacientes com Covid-19, casos suspeitos, que requeiram atenção, são orientados por telefone e com visitas de enfermeiros.

Dois carros com equipes de enfermagem munidas de oxímetros, medidores de pressão e temperatura estão à disposição da população das 8h às 18h de segunda a sexta-feira.

Triagem digital

No site, a pessoa responde perguntas sobre suas condições de saúde, complementa com seus dados pessoais e endereço e recebe o resultado na hora. Qualquer pessoa pode descobrir ali seu grau de risco. Se a tabulação dos dados, em tempo real, resultar em estado crítico a pessoa é orientada a procurar um serviço de saúde. Mas em Luziânia, onde o A gente se importa foi implantado, o morador receberá uma ligação de um profissional de saúde e, dependendo da condição, uma visita de uma equipe de enfermagem para já fazer a triagem e encaminhamento para o hospital.

O serviço também contempla pessoas que passaram pelo ambulatório do HRL com sintomas moderados e foram orientados a ficar em casa. “A partir das respostas a várias perguntas de rotina, os usuários poderão receber uma classificação automática de risco durante o isolamento e, nos casos de sintomas mais característicos, eles passam a receber um acompanhamento diário”, explica Getro de Oliveira Pádua, diretor do IMED.

Triagem é diferente de diagnóstico

Nem a enfermeira ou o psicólogo que falará com os pacientes pelo telefone, nem a equipe que vai até a casa do morador está apto a fazer o diagnóstico da doença. O que se faz pelo questionário, pela conversa e pela medição dos parâmetros de saúde é uma triagem para verificar se há a urgência da remoção da pessoa para o hospital especializado ou se ela pode se curar com o isolamento. O teste que confirma a doença é feito no hospital.

Esse serviço gratuito já começou a funcionar. “Esse serviço age em três frentes: orienta melhor a população, evita aglomeração no Pronto Socorro e, assim, ajuda a não sobrecarregar os hospitais”, enaltece Getro. A recomendação dos especialistas em saúde para pessoas que estão com sintomas de gripe e temem estar com coronavírus é o isolamento domiciliar, sendo que a unidade de saúde deve ser procurada apenas em casos de falta de ar.

Mapeamento por telemedicina

Ao monitorar casos suspeitos e em isolamento domiciliar o sistema mapeia a situação em cada localidade e serve de parâmetro para as autoridades sanitárias tomarem providências. É a primeira iniciativa desse tipo em Goiás e um desafio para a empresa que gere a plataforma. “Tivemos que criar uma plataforma customizada para o IMED e são várias operações em um mesmo plano”, conta Luiz Fernando Donke, CEO da L2D, uma das mais experientes empresas de telemedicina do Brasil. “Temos o link do questionário que calcula o risco sozinho usando os parâmetros da OMS (Organização Mundial de Saúde), aí entram os variantes. Se o risco passar de moderado soa um alerta para a equipe de retaguarda e se o CEP indicar morador da cidade de Luziânia haverá a ligação e o encaminhamento para visita domiciliar”, explica Donke.

Tudo isso feito online, em tempo real. A central telefônica, com funcionários treinados para orientar os pacientes e de olho nos monitores da plataforma, estão na sede da empresa. Eles conduzem a conversa com os pacientes por meio de chat. O morador receberá uma ligação. Na tela o enfermeiro ou psicólogo marca as respostas que indicarão a necessidade de visita e pede permissão para enviar o carro. Na mesma hora a equipe de prontidão, que fica baseada em Luziânia, recebe a informação e coloca o endereço na rota da visita para triagem domiciliar. Verificada a necessidade de remoção faz-se o chamado para o HRL avisando a necessidade de internação. Havendo necessidade de remoção o hospital manda a ambulância própria ou o SAMU.

Fonte: https://www.saudebusiness.com/voc-informa/hospital-regional-de-luzinia-inaugura-servio-indito-de-triagem

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l2d 24 de julho de 2020 0 Comentários
Institucional

L2D na Global Summit Telemedicine & Digital Health

Evento internacional inédito no país, o Global Summit Telemedicine & Digital Health chegou a São Paulo para levar os Congressistas à nova era da Saúde Digital e ao futuro da Telemedicina no Brasil e no mundo.

O evento abordou os mais relevantes e atuais temas do mercado como: Telehealth, Digital Health, Wearables, Artificial Inteligence, Internet of Medical Things, Patient Experience & Health, Mobile Health, Analytics & Big Data, Internet of Me, Health Promotion and Prevention e Machine Learning.

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l2d 17 de abril de 2019 0 Comentários
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